terça-feira, 12 de julho de 2016

Nós somos toscos!

Acho que sociedade brasileira está passando por um momento bem importante na atualidade que é de desconstrução. Desconstrução de pensamento, desconstrução de preconceito, desconstrução da informação, desconstrução da alienação, desconstrução de costumes e rotinas dentre várias. E talvez seja por isso que haja tanta raiva, rancor e ódio porque, na conjuntura atual, o bombardeio de informação nos faz ter um senso autocrítico ao ponto de nos descobrirmos racistas, preconceituosos, bairristas, alienados, desinformados, ou seja, tudo aquilo que acreditávamos não ser. E essa redescoberta faz com que o ser humano sinta que está sendo deixado para trás na evolução do pensamento, no caminhar da vida. E pode causar todos esses sentimentos ruins pelo simples fato de não aceitarmos sermos assim, fazendo que esse reflexo do nosso lado ruim seja projetado no próximo que de alguma maneira é ou pensa diferente.

Em resumo, ter esse olhar autocrítico e descobrir que somos toscos, no sentido figurado da palavra, causa desconforto e projetamos nosso rancor de nós mesmos nos outros.


Será que tem algum antídoto para algo assim na humanidade?


Pense fora da caixa!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Preconceito.

É meu povo,  ele existe de fato!  E ELE  está  disfarçado de um sorriso, um tapinha nas costas ou até mesmo de uma figura fraterna sanguínea ou escolhida. E eu não estou falando - somente - de falsidade,  eu TÔ  falando de uma soma pior,  o preconceito.  Por incrível que possa parecer,  e por mais absurdo que seja,  existem os pseudos liberais policamente corretos,  que são os mais perigosos na minha opinião. Aqueles que disfarçam seu preconceito sem deixar de declará-lo,  divugá-lo e/ou defendê-lo. Sabe aquele comentário inofensivo,  ou aquela piadinha oportuna que não passa de uma agressão fundamentada em cima da liberdade de expressão e livre-arbítrio? Pois é, essa agressão gratuita embrulha o meu estômago. Porque tudo isso não passa de um preconceito passivo agressivo que pode,  por muitas vezes,  ferir mais do que aquele dedo indicador e nervoso sendo apontado na cara da vítima. Então meus caros  fiquem atentos àquela conjunção adversativa de três letras - MAS - seguindo uma frase do tipo: "Eu não tenho nada contra, MAS... ".  ou "Eu tenho vários amigos gays,  MAS...".
E sabe qual é o melhor remédio pra isso? Não,  não é um murro na cara,  um dedo no olho ou um Vai tomar no Cu. O remédio é ignorar e deixar que a pessoa morra lentamente sufocando com sua própria ignorância,  enquanto o torturador contratado,  devidamente encapuzado,  arranca todas as unhas,  dedo a dedo,  com um grito agudo de dor a cada arrancada,  pingando gotas de ácido a cada 2 minutos nos olhos enquanto o sangue desce à cabeça por estar pendurado de cabeça para baixo.

Confesso que tenho meus PRÉ-conceitos. Mas todos guardo para mim.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O Retorno.

Oi. Há tempos que eu não entrava aqui. Quase nem sei por onde começar. Bom, nesses últimos anos minha vida se tornou muito diferente de antigamente. Em resumo eu cresci (leia-se envelheci), tentei evoluir, adquiri responsabilidades, me formei em direito e não exerço a função por escolha própria, tenho um empreendimento no ramo gastronômico  (Restaurante) voltado para a culinária local, sai da casa de mamãe e agora tô aqui escrevendo esse texto. Tava lembrando por esses dias que havia criado um blog voltado para as minhas crônicas diárias, divertidas ou não, pois bem, estou aqui para voltar a escrever. Lembro que isso me acalmava de certa maneira, então retomei o blog como uma terapia e entre meus peixes e pepinos vou contando um pouco do que vivêncio.

domingo, 25 de setembro de 2011

Crônicas de um elevador - Aventura de Sexta

Seria trágico se não fosse cômico! Claro que não poderia deixar de passar mais uma aventura do cotidiano.

Como todos sabem sexta é o dia mais esperado da semana para muitos. O dia que você vai se reunir com os amigos naquele happy hour, falar mal do seu chefe, beber e quem sabe se dar bem com aquela pessoa que abala teu coração.

Mas a minha sexta-feira foi diferente (tinha que ser diferente). Eu já devo ter comentado que trabalho num prédio antigo no centro da cidade e conseqüentemente os elevadores também são e vivem dando problema.

Pois é, já imaginam. Nem resumo na saída do escritório, feliz por ser sexta-feira fico preso no elevador e como se não fosse o bastante o elevador vai parar no poço porque é velho e não por peso extra. Eu e mais 5 pessoas ficamos vendo o piso do térreo na direção das nossas testas com a porta do elevador aberta.

Confesso que o susto foi grande no inicio. O desespero foi maior quando a bateria do meu celular morreu e eu fiquei incomunicável. Sem poder falar com ninguém tive que ficar olhando para cara das outras 5 pessoas enquanto o socorro vinha.

Enfim, aprendi duas coisas: uma que não quero ser amigos das outras pessoas do prédio. Eles são chatos! Outra que descobri o papel da ascensorista no elevador e o motivo do humor nada atraente da Dona Branca, ela já passou varias vezes por isso.


domingo, 18 de setembro de 2011

Vizinho mala!

Sabe quando eu reclamo do meu vizinho? Eu sempre reclamo do meu vizinho. Alguns podem não saber, mas eu sempre reclamo. Acho que deve ser uma Lei Sagrada do Universo: você vai pra Terra e vai ter um vizinho mala.

Enfim, nos últimos tempos meu vizinho tem se superado a cada dia. Tirando os forrós rachados horríveis que ele ouve no ultimo volume próximo a janela do meu quarto, ultimamente ele tem se revelado um adorador de animais, não porque ele ame os animais, mas porque ele é O ANIMAL. Serio! O quintal dele parece um zoológico, desde cão até um galo filho da puta que canta todas as horas do dia.

A Irmã dele tem algum problema de surdez ou é louca, algo do tipo porque SÓ vive gritando. O cunhado é o que menos fala e o que mais bebe. Os filhos não merecem nem comentários. Não vou nem dizer das vezes que a mulher dele tá encaralhada revoltada e fica riscando a faca chamando pra briga. Fato é que a casa tem muitas pessoas pra pouco metro quadrado e é nisso que dá.

O nome dele é Zé! (aaaahh tinha que ser Zé, não tinha Nome melhor!)

Pois bem, outro dia conversando com o Zé, descobri que ele havia botado a casa à venda (meu sonho). E como todos sabem uma casa num local, teoricamente, bom, bairro nobre e blablabla não é fácil assim de se vender, tempos depois (hoje, domingo) eu descubro que o Zé conseguiu vender.

Em resumo, ele vendeu para uma comunidade religiosa altamente devotada, fervorosa, e porque não, fanática!

Não tenho nada contra qualquer tipo de manifestação religiosa, até mesmo porque sou um “operador do direito” em andamento. E como tal, sei bem o que rege a Constituição Federal de 88 em seu art. 5.

Porem, entretanto, todavia, sem querer entrar no mérito da religião, tenho uma leve impressão de que irei sentir uma saudade inexplicável do meu vizinho.

Como dizem, a esperança é a ultima que morre, a primeira é a paciência.

E se o seu filho fosse heterosexual¹²³?



/ahsefordeu

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mulher VS Barata

Nada me diverte mais do que o surgimento de uma barata na minha frente. Primeiro, porque eu só dou conta de uma barata por perto quando tem uma mulher desesperada dando chilique. Segundo, que a situação é tão engraçada que eu não sei se acudo a pessoa ou me espoco de rir do chilique dela.

E quando uma mulher se vê sozinha contra uma barata? O normal ela sairia correndo desesperadamente para longe, beeem longe. Contudo, há suas exceções. Pesquisas mostram que nesses casos, as mulheres quando acuadas, em meio ao desespero, conseguem encontrar um fio de coragem somado a algum utensílio domestico e uma armadura anti bomba.

Como uma imagem vale por mil palavras, segue um vídeo que exemplifica bem o que vos afirmo:



Notem a proporção (1:1): uma lata de inseticida para uma barata!


Segue a lista de itens mais usados pela mulherada:
- chinelo;
- inseticida;
- vassoura;
- vaso;
- geladeira;
- etc.

Normalmente eu diria que a mulherada é a que mais tem medo desses pequenos seres rastejantes, contudo como dito anteriormente, para toda regra existe uma exceção (lamentavelmente).




Enfim, sabemos que o medo ou nojo é universal achei um vídeo muito instrutivo sobre como arquitetar o assassinato de uma barata, espero que gostem.